Acontecerá entre os dias 04 e 05 de junho no Teatro ICBA, o projeto cultural Música.Doc/Bahia. Evento produzido pela Faculdade de Comunicação (FACOM/UFBA) e desenvolvido através da disciplina Oficina de Produção Cultural, contando com a iniciativa dos estudantes de Produção em Comunicação e Cultura. O Música.Doc/Bahia combina música e documentário e traz uma homenagem aos "Novos Baianos" e "Doces Bárbaros". Teremos a exibição dos filmes "Novos Baianos F.C" e "Os Doces Bárbaros", seguido de bate-papo com os seus realizadores, Solano Ribeiro e Jom Tob Azulay. Depois é a vez da música. As bandas Neologia e Velotroz, em shows acústicos, farão releituras das bandas homenageadas, contando ainda com a participação do DJ Camilo Fróes. Você não pode perder!
Evento: Música.Doc/Bahia
Quando: 04 e 05 de Junho (sexta e sábado)
Horário: Sexta a partir de 18:30. Sábado a partir de 16:30.
Onde: Teatro ICBA-Salvador (Av. Sete de Setembro, Corredor da Vitória, 1809)
Ingresso: Um quilo de alimento não-perecível, que vão ser doados para INSTITUIÇÃO BENEFICENTE CONCEIÇÃO MACÊDO – IBCM
terça-feira, 1 de junho de 2010
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.
É o quase que me incomoda que me entristece que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
É o quase que me incomoda que me entristece que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Ciúmes, quem nunca sentiu?
Segundo o dicionário de psicologia,(p. 53) o ciúme é o estado emocional caracterizado pela ansiedade, sentimento de amor e de desejo de obter a segurança e a ternura que uma segunda pessoa demonstra a uma terceira. Muitas pessoas negam sentir ciúmes pelo simples fato de ele ser atribuído a um sentimento ruim de egoísmo,o que muitas vez não deixa de ser verdade.
Afinal de contas atire a primeira pedra quem nunca sentiu ciúme, pois querendo ou não, nós seres humanos incorporamos a idéia de posse, não me refiro apenas a pessoa amada, mas também a objeto, já que o ciúme vem junto com afeto e a dedicação a algo ou alguém que gostamos e que de certa forma não queremos perde-lo.
Não deixando de levar em conta que em uma relação de casais por exemplo, o ciúme faz parte, até mesmo para aquele que dizem não o sentir, pois o ciúmes como qualquer outro sentimento é importante desde que não chegue ao estágio neurótico onde uma das partes fantasie que está sendo traída a ponto de viver seguindo todos os passos da outra.
Querendo ou não esse sentimento torna as pessoas egoístas a ponto de querer o objeto amado única e exclusivamente pra si, chegando a matar ou morrer por ele,neste caso, o ciúme é considerado doentio,onde o ciumento não percebe o estado a que este sentimento chegou. Isso tem sido visto claramente nos últimos dias através da mídia como no caso Eloá onde o ex- namorado não admitia o fim do relacionamento, pois como característica de uma pessoa extremamente ciumenta, ele se sentia dono dela chegando a matá-la, já que não era mais dele, não seria de mais ninguém.
Sentir ciúmes na relação é sinal de cuidado, pois ninguém gosta de ver a pessoa amada sendo cobiçada por outra,mas é preciso ter cuidado para que esse sentimento não ultrapasse a normalidade chegando a idéia de ser dono exclusivo da vida do outro.
Fernanda Ellen.
Afinal de contas atire a primeira pedra quem nunca sentiu ciúme, pois querendo ou não, nós seres humanos incorporamos a idéia de posse, não me refiro apenas a pessoa amada, mas também a objeto, já que o ciúme vem junto com afeto e a dedicação a algo ou alguém que gostamos e que de certa forma não queremos perde-lo.
Não deixando de levar em conta que em uma relação de casais por exemplo, o ciúme faz parte, até mesmo para aquele que dizem não o sentir, pois o ciúmes como qualquer outro sentimento é importante desde que não chegue ao estágio neurótico onde uma das partes fantasie que está sendo traída a ponto de viver seguindo todos os passos da outra.
Querendo ou não esse sentimento torna as pessoas egoístas a ponto de querer o objeto amado única e exclusivamente pra si, chegando a matar ou morrer por ele,neste caso, o ciúme é considerado doentio,onde o ciumento não percebe o estado a que este sentimento chegou. Isso tem sido visto claramente nos últimos dias através da mídia como no caso Eloá onde o ex- namorado não admitia o fim do relacionamento, pois como característica de uma pessoa extremamente ciumenta, ele se sentia dono dela chegando a matá-la, já que não era mais dele, não seria de mais ninguém.
Sentir ciúmes na relação é sinal de cuidado, pois ninguém gosta de ver a pessoa amada sendo cobiçada por outra,mas é preciso ter cuidado para que esse sentimento não ultrapasse a normalidade chegando a idéia de ser dono exclusivo da vida do outro.
Fernanda Ellen.
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